Discussões da Rede:
A idéia desta página é reunir algumas discussões que estão em andamento dentro da Rede CMI-Brasil. Todas elas já foram apresentadas para a rede CMI-Brasil, no entanto por algum motivo ainda não foram aprovadas, seja porque ainda não deu tempo de todos os coletivos discutirem, seja por ainda não termos chegado ao consenso.
A idéia é que fique documentada a opinião de cada coletivo a respeito da proposta. Uma vez que um coletivo pode ter acesso aos argumentos de outros coletivos, caminhamos com mais facilidade para o consenso dentro da rede. Além disso por aqui o GT-Processo pode acompanhar quais coletivos ainda não se pronunciaram diante da proposta.
Mudança de termos
A
proposta é que os termos "lixo fechado" e "lixo aberto" sejam mudados, deixando mais claro suas funções. Não foi apresentada nenhuma sugestão de nome.
Belo Horizonte
Discutimos a respeito através da lista cmi-bh, mas não conseguimos chegar em consenso quanto a que termos usar.
Campinas
O coletivo não aprovou, nem desaprovou. Para que isso seja aprovado é necessário que hajam propostas de nomes alternativos. O coletivo ainda não tem proposta para isso. -
reunião do dia 15/04)
Curitiba
O coletivo ignora a questão por não achá-la relevante e os nomes já definidos adequados as suas funções.
São Paulo
O coletivo não tem propostas para a mudança de termos.
Campinas
Sobre propostas para exclusão: O coletivo de campinas é contra as modificações na política editorial que possibilitem o maior envio de artigos para o open trash, assim como é contra as demais propostas vinculadas à exclusão, com exceção da já aprovada seção “discuta o cmi”.
Sobre as propostas de organização:
A proposta do cmi-campinas é de que a coluna da direita permaneça organizada por ordem cronológica como está atualmente. Consideramos que a divisão dessa coluna em seções descaracteriza a atual diversidade/pluralidade de informações. O fluxo atual (entendido pela proposta como desorganização) é considerado frutífero pelo cmi-campinas. Aprovamos a idéia de que cada usuário tenha a possibilidade de organizar essa coluna para sua leitura, através de filtros, como está definido em “seções de organização” da proposta.
Acrescentamos à “seção de organização”, a sugestão de que o usuário possa sugerir novos temas e/ou categorias para a classificação para o filtro, assim como tenha a possibilidade de não optar por temas existentes e possa caracterizá-lo como “outros” ou “nenhum”. A sugestão também vale para “busca”, proposta com a qual o cmi-campinas concorda. Sobre esse item, ressaltamos a necessidade de manter uma retrocompatibilidade, a fim de que textos antigos possam ser facilmente encontramos na busca.
Sugerimos ainda que para organizar a coluna da direita sejam incluídos ícones (com legenda ao final da coluna da direita) para que os textos possam ser imediatamente identificados pelo usuário por “categoria” apenas.
Para desafogar a coluna da direita, sugerimos a discussão e o estímulo da construção de sites dos coletivos locais.
Por fim, com relação às mídias, propomos que o site seja dinâmico, mas que mantenha uma parte estática em que constem links e descrições para aqueles que vêm mantendo há tempos uma relação de afinidade com o cmi, como por exemplo, rádio interferência ou rádio muda.
reunião do dia 20/06
E-mail @midiaindependente.org
Propostas apresentadas na
Reunião Nacional por IRC (31/08/2003):
Salvador
A posição do Coletivo de Salvador foi que um aliases pessoal seria desnecessário, ao invés disso todos os voluntários do coletivo usariam o aliases do coletivo para contato.
Goiânia
Goiânia acredita que a decisão deve passar unicamente pelo coletivo local, no entanto, entende que a rede pode pedir para que seja reavaliada a decisão do coletivo em dar, ou deixar que permaneça, o alias para um voluntário.
Brasília
O coletivo de brasília concorda com goiania e acrescenta que os "oks" da rede seria um processo burocrático.
[04/03/2004] - Coletivo de Brasília rediscutiu proposta. O novo consenso é de que a concessão do "alias" é indicação do coletivo local e não precisa de aprovação da rede. No entanto qualquer COLETIVO pode rediscutir a concessão/retirada do alias. Como em outros processos que afetam a rede inteira, vale o novo consenso após a discussão. Parece ser a mesma posição de Porto Alegre.
Fortaleza
O coletivo achou que tal discussão é infertil, e por isso acham que a escolha de quem vai ter, ou permanecer com, o alias passa unicamente pelo coletivo local, concordando com goiania e brasília.
Porto Alegre
O coletivo acha que a aprovação do alias deve passar unicamente pelo coletivo local, no entanto a sua retirada pode passar pela rede, dependendo do caso.
Belo Horizonte
O coletivo acredita que uma vez que a indicação de pessoas "autorizadas" a utilizarem o e-mail @midiaindependente.org passa pelo âmbito de confiança e conhecimento d@ indivídu@, ninguém está mais autorizado a indicar do que o coletivo local. Para el@s não faz sentido a rede ficar discutindo se uma pessoa deve ou não receber o alias se nem conhecer a pessoa. Quanto à perda do alias, el@s acham que qualquer um pode ter seu alias retirado ou suspenso se algum coletivo da rede se sentir incomodado com uso que tem sido feito dele.
BH é contra a posição de que a retirada deve passar apenas pelo coletivo local, argumentando que uma vez que o e-mail é @midiaindependente.org, ele fala por toda a rede. Qualquer "besteira" feita pel@ usuári@o afetaria toda a rede, e por isso a decisão deve ser da rede. Além disso BH argumenta que em alguns casos essa decisão pode ser urgente, e não dê pra esperar até que o coletivo local se reúna.
O coletivo concorda que a indicação é do coletivo, mas a rede deve dar um "ok". Em contra-argumento à indagação feita por Brasília de que isso iria burocratizar a rede, BH lembra o processo para a aprovação de um editorial, que é rápido, e pode parecer até mesmo desnecessário, mas é super importante para que o coletivo tenha uma resposta de toda rede. O ok seria como "sim, lemos a sua indicação e concordamos com ela".
Pela proposta o pedido de alias poderia ser vetado caso alguém fosse contra, e levantasse os argumentos necessários.
Rio de Janeiro
O Rio concorda com a proposta de BH. Fala que apesar de em um caso como esse a opinião do coletivo local ter mais peso, por conhecer @ voluntári@ envolvido na questão, toda a rede deve opinar.
Responde à Salvador que a proposta del@s nao pode ser posta em pratica, já que muitos voluntári@s já têm e usam esses emails há muito tempo, e que eles são a única forma de contato que muitas pessoas e grupos têm com alguns voluntári@s. O Rio diz que sugerir que @s voluntari@s nao usem esses emails não resolve a questao. Pode ser que funcione com o coletivo de SSA, e eles tem autonomia pra decidir isso.
Uma
proposta mais explicativa foi apresentada por e-mail:
"Na última reunião que tivemos foi consenso que o Rio fica com a mesma opinião da última vez. Para nós o coletivo local deve indicar quem terá ou não aliases, no entanto a rede brasil pode vetar se for necessário.
Eu queria aproveitar para explicar um pouco mais isso, pois acho que não tínhamos falado disso de uma maneira clara.
O que achamos é que o coletivo local deve indicar o voluntário que vai receber o aliases, pois é através do contato cara-a-cara que sabemos da confiança que podemos ter com o voluntário e a responsabilidade dele. Eu nunca poderia falar daqui do Rio se o cara de Caxias do Sul pode ou não ter aliases, sem nem ao menos conhece-lo.
No entanto os aliases carregam o nome de toda rede, já que são no formato @midiaindependente.org e não @rio.midiaindependente.org, por exemplo. Por isso não achamos que a decisão deve ser exclusivamente do coletivo local, mas toda a rede deve ser escutada.
Pela proposta, a rede brasil só iria intervir na hora do pedido do aliases se já conhecesse a pessoa. Algo do tipo, se sabemos que eu vou usar o alias de maneira que prejudique a rede, quem achar isso pode se sentir a vontade de falar "eu acho que o Vitor não deve receber esse aliases, porque ele já fez isso, isso e isso que mostrou que ele tá usando o aliases de uma maneira que está prejudicando toda a rede brasil".
Daí a discussão é levantada, e só vai ficar decidido se eu vou ter ou não aliases depois que for consenso na rede, ou o cara mostra que eu realmente não tinha como ter um aliases, e todos na rede concordam, ou então a rede toda mostra para o cara que ele estava errado. Enquanto nada for decidido, o cara não tem o aliases dele.
Queria ressaltar que isso é um processo, que temos que ter. Não acho que coisas do tipo são burocracias como já falaram por aí.
Burocracia seria se para cada aliases que fosse criado teríamos que esperar a posição de todos os coletivos da rede. Isso sim tornaria o processo demorado. Mas essa proposta não diz isso, a proposta é de um processo que explica como um cara vai ter seu aliases, e como a rede pode se comportar se tiver alguém insatisfeito com isso, ou seja, o cara só deixa de receber o aliases, e a discussão só é levada para toda a rede se alguém falar que não concorda, se isso não acontecer, ocorre tudo da maneira normal: o cara em alguns dias terá o seu aliases.
Espero que tenha conseguido explicar tudo como eu quis. Qualquer dúvida, só falar.
Abraços, Vitor"
São Paulo
Concorda com a proposta feita por BH. Assume que a discussão sobre o processo de retirada de aliases não foi totalmente finalizada, mas sugere que para uma pessoa perder o alias seria necessário apenas um número mínimo de três voluntári@s, ou seja, caso três voluntári@s mostrassem sua insatisfação com a utilização de um determinado alias o dono do mesmo perderia-o automaticamente. O argumento para a utilização deste sistema é que a decisão de retirada do alias pode ser algo urgente.
São Paulo ainda levanta dois pontos: 1 - esse ok serve para um controle de quantos aliases existem e quais sao eles; e 2 - o ok da rede serve de segurança para o proprio coletivo, assim como o tulio lembrou da editorial, ninguem publica um editorial sozinho, se ele der merda a rede vai responder por ele, nesse caso o coletivo nao seria "culpado" da indicaçao, isso seria dividido com a rede.
Curitiba
O coletivo concorda, na reuniao do dia 16/04, com a posição de Salvador pois não vê porque seria necessário um alias individual.
Campinas
O coletivo não julga essa proposta prioritária e levantou como possíveis problemas: 1) a viabilidade técnica do servidor para isso; 2) a possibilidade de criações de hierarquias, que ter um e-mail em midiaindepente pode criar, seja por sua utilização ou escolha de usuários autorizados. 3)O mau uso do e-mail também é um ponto considerado problemático pelo coletivo, na
reuniaodo dia 20/06
Consensos
Aqui ficarão as propostas que já tiveram consensos dentro da rede. Busca-se fazer um arquivos de propostas para que @s nov@s voluntári@s tenham acesso à discussão já acumulada.
Seção "Discuta o CMI"
Criação da seção excludente “discuta o cmi” no site. Espaço abrigará os artigos que se referem, exclusivamente, ao CMI com o objetivo de dar maior visibilidade para outras publicações.
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Pesquisa de frequentador@s/voluntárias/os do CMI
Realização de uma pesquisa para realizar um recorte social/etnico/de genero/de gostos com quem entra no site do indymedia brasil. A proposta de pesquisa não foi ainda fechada e, por enquanto, está em responsabilidade do Tooleo(cmi-bh). Assim que finalizada, passa a ser responsabilidade do time tech adequá-la ao site.
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VitoR - 07 May 2006
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VitoR - 09 May 2006
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