Olá a todas/os,
Não pude estar durante o tempo todo na reunião do Porto e vejo que
foi tomada uma decisão com que tenho muitas discordâncias. É a respeito
deste ponto:
" 4.. Indyzine
PortuGaliza?
Decidiu-se ir por diante com a ideia dum indyzine comum para 20 de
Março. O aspecto gráfico é, para já, para manter. O conteúdo passará,
desta vez, por: Haiti; Investida, à escala europeia, contra os locais
ocupados, como forma de criminalizar a dissidência; e, se o espaço o
permitir, o caso do Tony. Decidiu-se incluir uma secção de breves.
Os textos devem ser enviados para a lista portugaliza até 13 de
Março."
Uma publicação impressa terá o mesmo impacto que as páginas da internet,
isto é, será a cara que o Indymedia apresenta aos leitores e da sua
qualidade resulta a aceitação, cumprimento de objectivos e o significado
para o trabalho que andamos a desenvolver. Não deveria ser decidido, de
forma nenhuma, em apenas uma reunião. Reparem que se anda a discutir como
vai ser feita a página de vídeos/audios/pdfs à 3 reuniões...
Eu tenho uma proposta que ainda não foi discutida convenientemente.
Lembro que em Setúbal discutiu-se apenas a proposta para a publicação
do núcleo do Porto, e ainda assim, de forma muito superficial. Não
concordo com o formato da folha, com o nome, com os artigos escolhidos,
com a apresentação do que é o Indymedia, com a forma como foi feita a
distribuição, e de uma forma geral com a imagem do Indymedia que é
transmitida.
Tenho muitos argumentos para defender a minha proposta em relação
à que existe. Há ainda uma outra proposta que está no Twiki que
também não pode ser esquecida:
http://docs.indymedia.org/view/Local/PropostasIMCemPapel
Não quero bloquear a saída de um primeiro número a 20 de Março mas
o processo de discussão/decisão deve ser respeitado. Tenho sentido
algum incómodo com esta questão da versão impressa porque me parece
que não tem sido tratado da melhor forma. Como disse no conjunto
de propostas que enviei à alguns dias, há questões básicas a
resolver que deviam ser prioridade, como a existência do nome
"Centro de Média Independente" na página, e estamos a avançar para
outra apresentação pública, à pressa, que me parece vai pecar pelos
mesmos defeitos da versão digital.
Cumprimentos,
Luis Ferreira
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