Este é o formulário que deberá ser completado para iniciar o proceso de filiação á rede do CMI Portugaliza. Neste formulário estão incluídas as perguntas que forom propostas dende o imc-womyn sobre género e minorías culturais. Os campos de teléfono, nome, cidade, estado e todo eso temos que decidir qué ponhemos... nesta proposta eu puxen ao Terra Viva de contacto, ao Hacklab de contacto técnico e á cidade do Porto por que alí tivo lugar o primeiro encontro do portugaliza)
| Parte 3. Formulário de inscrição |
| 3.1 | Nome proposto para o CMI (requerido): | CMI Portugaliza |
| 3.2 | URL proposto para Indymedia (requerido): | http://portugaliza.indymedia.org/ |
| 3.3 | URL atual (se algum): | (nengum) |
| 3.4 | Cidade: | Porto |
| 3.5 | Estado: | En Construção Permanente |
| 3.6 | País: | Portugaliza |
| 3.7 | Nome para contato (requerido): | Terra Viva |
| 3.8 | Email (requerido): | info em terraviva.org |
| 3.9 | Telefone: | 003537338373 |
| 3.10 | Nome do contato técnico: | Hacklab |
| 3.11 | Email: | hacklab na causaencantada.org |
| 3.12 | Telefone: | 0034981 |
| 3.13 | Focus: | Regional |
| 3.14 | Datas críticas? | Não |
| 3.15 | Grupos que os apoiam | CMI Portugal, CMI Galiza, Terra Viva, Causa Encantada |
| 3.16 | Please write an introductory statement about why you want to participate in the Indymedia Network. | O CMI Portugaliza pretende, assim, pôr em prática todos os mecanismos da imaginação que nos permitam, em conjunto, criar, aqui e agora, fragmentos de um mundo melhor. O desafio é, portanto, grande. Mas acreditamos que um colectivo de pessoas empenhadas em construir algo em conjunto conseguirá, enquanto esse empenho se mantiver, fazê-lo, ultrapassando as várias barreiras que forem surgindo. Pretende-se, portanto, com este texto, não apenas a apresentação de uma nova forma de mostrar o que nos move, mas, acima de tudo, lançar um apelo para quem, coma nós, acredita que a realização voluntária, colectiva e horizontal de um meio de informação é, ao mesmo tempo, uma machadada nos paradigmas actuais e uma experiência de trabalho num mundo em transformação. Um apelo para que se juntem a esse mundo, para que se povoe de gente e, portanto, de novas possibilidades de ser melhor. |
| 3.17 | What kind of resources can you contribute, in terms of server/bandwidth/technical and organizing skills? | Technical knowledge |
| 3.18 | What kind of outreach have you done to bring together a diverse group of people? | Monthly physicall meetings between CMI Portugal and CMI Galiza |
| 3.19 | Como a formação do seu coletivo reflete a diversidade da sua comunidade local (por exemplo, em relação à gênero, raça/etnia, sexualidade, identidade cultural)? | http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000182.html, http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000185.html, http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000186.html, http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000187.html, digo já o que vejo, que somos todos mais ou menos: branc@s, média -classe, idade dos 20 aos...quê?no máximo alguém terá 50, deve ter andado tudo no liceu ou semelhante, muitos fizeram a universidade ou estâo a fazê-la, tudo ateus ou pagã(o)s desportiv@s, na portugaliza para 13 homens temos 3 mulheres ( contei com a susana, não contei com a nahema (lilith), contei com o papaghaio e o camaleon apesar da situação ser dúbia) o que vem seja como for a dar à volta dos malfadados 20 por cento do costume para mulheres, acho eu, zero por cento para "estrangeir@s" e etnias (contando comigo e a minha avó tupi, zero vírgula qualquer coisa, havia ainda a considerar @s trisnet@s d@s cristã(o)s nov@s, mas que se lixe, isso somos tod@s), zero anciã(o)s, zero adolescentes, zero crianças, zero reclus@s (considerei o grupo reclus@s aparte por ser um grupo cujo acesso ao indymedia é mesmo muito dif&iac ute;cil se não totalmente impossível). --- Acho que sería tão injusto não contar coa presença da Zélia do nodo galego -que já mostrou interese em participar no encontro de Vigo- como incorrecto contar no lado dos homems ás personas que decidirom não continuar neste momento no colectivo, pese aos apelos que por activa e por pasiva fixemo a maior parte de nós para que continuaram. Pendente únicamente da análise que o papaghaio comprometeu para esta semana que já acaba, concordo asim na descrição da -auséncia de- diversidade presente no colectivo que fai a noosfera em resposta a esa pergunta, agás nas porcentaxes que, atendendo a esta correcção, sitúam a presença feminina -não necesariamente feminista- máis cerca do 40% que dese 20% inicial que eu também atoparía insuficiente de ser o caso. |
| 3.20 | Se o teu grupo actualmente non representa a diversidade da comunidade local, particularmente en relación aos grupos com caréncias de representação na sociedade de masas e lhes sejam denegado o acceso ás canles de expressão, qué pasos serão dados para resolver esto num sentido continuado? | ouvi dizer que as crianças poderão vir a ter um indyzinho, não sei se era o Jó a brincar, eu achei a idéia excelente. Na medida do possível, vão parecendo notícias que chamem a atenção para factos consumados da descriminação e violência contra a mulher aceites socialmente como normais e que têm de deixar de o ser. não podemos ir buscar quaisquer grupos pelas orelhas e obrigá-los a passar a frequentadores dos cafés internet, mas se pudéssemos organizar uma distribuição sistemática daquilo que poderá vir a chamar-se indyzine nas prisões e iniciar uma campanha que chame a atenção para a necessidade humana d@s reclus@s terem hoje em dia acesso à net, seria óptimo.--- é muito importante, ou así o entendo eu, ponher de releváncia a presença das crianças, em tanto que condicionam á mulher sempre -alomenos a fase que precede ao parto esige esa involucração directa na maior parte dos casos- e aos homems em algumhas ocasiões, na súa involucração na indymedia. máis acho que deberá ser iniciativa das mulheres cómo incorporar ás crianças aos nosos procesos... a idea dum indyzinho ou simplesmente preparar os nosos encontros tendo em conta a participação neles das nosas crianças são bos pontos de partida. acho que integrar ás crianças no Indymedia é um bó jeito de integrar ás mulheres coas súas necesidades e realidades específicas também. mas existem outras minorías culturais que formam parte do noso entorno, e cara cuja integração deberíamos dar pasos. a poboação reclusa é um caso paradigmático ja que a privação de liberdade implica também a limitação das súas comunicações, o que inclúe á internet. pero existem outras poboações presentes na nosa sociedade, com limitações menos visíbeis pero igualmente discriminatórias que merecem ser postas em consideração neste ponto. no caso galego, as comunidades gitanas e recentemente as comunidades formadas por personas das que conforman os novos flujos de migração estão moi presentes na nosa sociedade. é especialmente relevante o caso dos "emigrantes retornados", em especial personas argentinas e uruguayas descendentes dos galegos das migrações masivas que situarom a grande parte da nosa população no exterior. tanto estas nacentes comunidades, como as que aínda existem no sul de america e nas cidades industriais de centroeuropa e da península ibérica sumam umha terça parte da população galega que tem em comúm graves caréncias para o acceso á tecnología que permite participar no projecto. debemos involucrarnos na reparação destas caréncias facendo uso de tecnologías que as tenham em conta e participando nos procesos globais que tendem a superar as desigualdades; estou convencido de que a participação nas discusões que tenhem lugar nesta lista é umha forma de facelo. máis alá desto deberemos ter em conta que as personas que formam parte destas minorías só tenhem a posibilidade real de participar no noso projecto facendo uso do único galego ao que podem ter acceso, que é o que se corresponde coa actual normativa de concordia, empregada para a escolarização e alfabetização para a totalidade da população galega. é preciso comprender que as distintas variantes do portugués são utilizadas na galiza polas elites intelectualizadas e significativamente politizadas no ámbito do independentismo nos seus diversos graos. facilitar o acceso ao Indymedia a estas comunidades discriminadas implica disponibilizar os nosos recursos também nesa normativa, sem esquezer involucralos no objectivo dumha futura norma galego-portuguesa no que deberíamos implicarnos tanto galegos coma portugueses. mesmo é posibel entender á cultura galega como umha população minorizada e que forma parte desa diversidade; então é preciso ter en conta que a sociedade galega se expresa nese galego de concórdia que sendo tão artificial como calquera outra norma, é o que de facto utilizam a maior parte das expresões culturais, económicas, políticas e sociais da Galiza. do contrario estaremos convertindo ao nodo galego numha abstração teórica que por dar prioridade a reflejar projecções teóricas e políticas de futuro, impedirám reflejar nel a realidade social galega e impedirão também incorporá a nosa esência e a nosa história aos flujos transnacionais de comunicaçao alternativa que se fortalecem coa diversidade. |
| 3.21 | Qué pasos serão dados para involucrar á gente nas áreas de trabalho que lhes sejam desconhecidas? Qué medidas serão tomadas para superar a divisão do trabalho por géneros? | Parece-me sintomático que eu, por exemplo, fuja bastante com o rabinho à seringa de tarefas que impliquem mexer com coisas técnicas e que ninguém insista comigo para o fazer. pela parte que me toca, acho que é importante mexer-me no sentido de equilibrar a minha contribuição técnica do site com a de todos os homens. às tantas vou precisar de ajuda. enfim, são coisas que é preciso verbalizar. eu sei que é uma chatisse termos mais isto para discutir agora que se está a chegar ao fim da cantata, mas é importante. e acho que era d'homem (eh eh) incluirmos quaisquer conclusões sobre uma acção activa nesse sentido aqui nesta parte, estou a por o carro à frente dos bois, mas faço também saber que sou subjectiva e sugiro já que digamos |