Skip to topic | Skip to bottom
Home
Search:

Local
Local.FormularioNewIMCr1.1 - 23 Apr 2004 - 22:07 - StrafWetBoektopic end
You are here: Local > ImcPortugaliza > FormularioNewIMC

Start of topic | Skip to actions
-- StrafWetBoek - 23 Apr 2004

Este é o formulário que deberá ser completado para iniciar o proceso de filiação á rede do CMI Portugaliza. Neste formulário estão incluídas as perguntas que forom propostas dende o imc-womyn sobre género e minorías culturais. Os campos de teléfono, nome, cidade, estado e todo eso temos que decidir qué ponhemos... nesta proposta eu puxen ao Terra Viva de contacto, ao Hacklab de contacto técnico e á cidade do Porto por que alí tivo lugar o primeiro encontro do portugaliza)

Parte 3. Formulário de inscrição
3.1 Nome proposto para o CMI (requerido): CMI Portugaliza
3.2 URL proposto para Indymedia (requerido): http://portugaliza.indymedia.org/
3.3 URL atual (se algum): (nengum)
3.4 Cidade: Porto
3.5 Estado: En Construção Permanente
3.6 País: Portugaliza
3.7 Nome para contato (requerido): Terra Viva
3.8 Email (requerido): info em terraviva.org
3.9 Telefone: 003537338373
3.10 Nome do contato técnico: Hacklab
3.11 Email: hacklab na causaencantada.org
3.12 Telefone: 0034981
3.13 Focus: Regional
3.14 Datas críticas? Não
3.15 Grupos que os apoiam CMI Portugal, CMI Galiza, Terra Viva, Causa Encantada
3.16 Please write an introductory statement about why you want to participate in the Indymedia Network. O CMI Portugaliza pretende, assim, pôr em prática todos os mecanismos da imaginação que nos permitam, em conjunto, criar, aqui e agora, fragmentos de um mundo melhor. O desafio é, portanto, grande. Mas acreditamos que um colectivo de pessoas empenhadas em construir algo em conjunto conseguirá, enquanto esse empenho se mantiver, fazê-lo, ultrapassando as várias barreiras que forem surgindo. Pretende-se, portanto, com este texto, não apenas a apresentação de uma nova forma de mostrar o que nos move, mas, acima de tudo, lançar um apelo para quem, coma nós, acredita que a realização voluntária, colectiva e horizontal de um meio de informação é, ao mesmo tempo, uma machadada nos paradigmas actuais e uma experiência de trabalho num mundo em transformação. Um apelo para que se juntem a esse mundo, para que se povoe de gente e, portanto, de novas possibilidades de ser melhor.
3.17 What kind of resources can you contribute, in terms of server/bandwidth/technical and organizing skills? Technical knowledge
3.18 What kind of outreach have you done to bring together a diverse group of people? Monthly physicall meetings between CMI Portugal and CMI Galiza
3.19 Como a formação do seu coletivo reflete a diversidade da sua comunidade local (por exemplo, em relação à gênero, raça/etnia, sexualidade, identidade cultural)? http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000182.html, http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000185.html, http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000186.html, http://lists.indymedia.org/pipermail/imc-portugaliza/2004-April/000187.html, digo já o que vejo, que somos todos mais ou menos: branc@s, média -classe, idade dos 20 aos...quê?no máximo alguém terá 50, deve ter andado tudo no liceu ou semelhante, muitos fizeram a universidade ou estâo a fazê-la, tudo ateus ou pagã(o)s desportiv@s, na portugaliza para 13 homens temos 3 mulheres ( contei com a susana, não contei com a nahema (lilith), contei com o papaghaio e o camaleon apesar da situação ser dúbia) o que vem seja como for a dar à volta dos malfadados 20 por cento do costume para mulheres, acho eu, zero por cento para "estrangeir@s" e etnias (contando comigo e a minha avó tupi, zero vírgula qualquer coisa, havia ainda a considerar @s trisnet@s d@s cristã(o)s nov@s, mas que se lixe, isso somos tod@s), zero anciã(o)s, zero adolescentes, zero crianças, zero reclus@s (considerei o grupo reclus@s aparte por ser um grupo cujo acesso ao indymedia é mesmo muito dif&iac ute;cil se não totalmente impossível). --- Acho que sería tão injusto não contar coa presença da Zélia do nodo galego -que já mostrou interese em participar no encontro de Vigo- como incorrecto contar no lado dos homems ás personas que decidirom não continuar neste momento no colectivo, pese aos apelos que por activa e por pasiva fixemo a maior parte de nós para que continuaram. Pendente únicamente da análise que o papaghaio comprometeu para esta semana que já acaba, concordo asim na descrição da -auséncia de- diversidade presente no colectivo que fai a noosfera em resposta a esa pergunta, agás nas porcentaxes que, atendendo a esta correcção, sitúam a presença feminina -não necesariamente feminista- máis cerca do 40% que dese 20% inicial que eu também atoparía insuficiente de ser o caso.
3.20 Se o teu grupo actualmente non representa a diversidade da comunidade local, particularmente en relación aos grupos com caréncias de representação na sociedade de masas e lhes sejam denegado o acceso ás canles de expressão, qué pasos serão dados para resolver esto num sentido continuado? ouvi dizer que as crianças poderão vir a ter um indyzinho, não sei se era o Jó a brincar, eu achei a idéia excelente. Na medida do possível, vão parecendo notícias que chamem a atenção para factos consumados da descriminação e violência contra a mulher aceites socialmente como normais e que têm de deixar de o ser. não podemos ir buscar quaisquer grupos pelas orelhas e obrigá-los a passar a frequentadores dos cafés internet, mas se pudéssemos organizar uma distribuição sistemática daquilo que poderá vir a chamar-se indyzine nas prisões e iniciar uma campanha que chame a atenção para a necessidade humana d@s reclus@s terem hoje em dia acesso à net, seria óptimo.--- é muito importante, ou así o entendo eu, ponher de releváncia a presença das crianças, em tanto que condicionam á mulher sempre -alomenos a fase que precede ao parto esige esa involucração directa na maior parte dos casos- e aos homems em algumhas ocasiões, na súa involucração na indymedia. máis acho que deberá ser iniciativa das mulheres cómo incorporar ás crianças aos nosos procesos... a idea dum indyzinho ou simplesmente preparar os nosos encontros tendo em conta a participação neles das nosas crianças são bos pontos de partida. acho que integrar ás crianças no Indymedia é um bó jeito de integrar ás mulheres coas súas necesidades e realidades específicas também. mas existem outras minorías culturais que formam parte do noso entorno, e cara cuja integração deberíamos dar pasos. a poboação reclusa é um caso paradigmático ja que a privação de liberdade implica também a limitação das súas comunicações, o que inclúe á internet. pero existem outras poboações presentes na nosa sociedade, com limitações menos visíbeis pero igualmente discriminatórias que merecem ser postas em consideração neste ponto. no caso galego, as comunidades gitanas e recentemente as comunidades formadas por personas das que conforman os novos flujos de migração estão moi presentes na nosa sociedade. é especialmente relevante o caso dos "emigrantes retornados", em especial personas argentinas e uruguayas descendentes dos galegos das migrações masivas que situarom a grande parte da nosa população no exterior. tanto estas nacentes comunidades, como as que aínda existem no sul de america e nas cidades industriais de centroeuropa e da península ibérica sumam umha terça parte da população galega que tem em comúm graves caréncias para o acceso á tecnología que permite participar no projecto. debemos involucrarnos na reparação destas caréncias facendo uso de tecnologías que as tenham em conta e participando nos procesos globais que tendem a superar as desigualdades; estou convencido de que a participação nas discusões que tenhem lugar nesta lista é umha forma de facelo. máis alá desto deberemos ter em conta que as personas que formam parte destas minorías só tenhem a posibilidade real de participar no noso projecto facendo uso do único galego ao que podem ter acceso, que é o que se corresponde coa actual normativa de concordia, empregada para a escolarização e alfabetização para a totalidade da população galega. é preciso comprender que as distintas variantes do portugués são utilizadas na galiza polas elites intelectualizadas e significativamente politizadas no ámbito do independentismo nos seus diversos graos. facilitar o acceso ao Indymedia a estas comunidades discriminadas implica disponibilizar os nosos recursos também nesa normativa, sem esquezer involucralos no objectivo dumha futura norma galego-portuguesa no que deberíamos implicarnos tanto galegos coma portugueses. mesmo é posibel entender á cultura galega como umha população minorizada e que forma parte desa diversidade; então é preciso ter en conta que a sociedade galega se expresa nese galego de concórdia que sendo tão artificial como calquera outra norma, é o que de facto utilizam a maior parte das expresões culturais, económicas, políticas e sociais da Galiza. do contrario estaremos convertindo ao nodo galego numha abstração teórica que por dar prioridade a reflejar projecções teóricas e políticas de futuro, impedirám reflejar nel a realidade social galega e impedirão também incorporá a nosa esência e a nosa história aos flujos transnacionais de comunicaçao alternativa que se fortalecem coa diversidade.
3.21 Qué pasos serão dados para involucrar á gente nas áreas de trabalho que lhes sejam desconhecidas? Qué medidas serão tomadas para superar a divisão do trabalho por géneros? Parece-me sintomático que eu, por exemplo, fuja bastante com o rabinho à seringa de tarefas que impliquem mexer com coisas técnicas e que ninguém insista comigo para o fazer. pela parte que me toca, acho que é importante mexer-me no sentido de equilibrar a minha contribuição técnica do site com a de todos os homens. às tantas vou precisar de ajuda. enfim, são coisas que é preciso verbalizar. eu sei que é uma chatisse termos mais isto para discutir agora que se está a chegar ao fim da cantata, mas é importante. e acho que era d'homem (eh eh) incluirmos quaisquer conclusões sobre uma acção activa nesse sentido aqui nesta parte, estou a por o carro à frente dos bois, mas faço também saber que sou subjectiva e sugiro já que digamos

to top

You are here: Local > ImcPortugaliza > FormularioNewIMC

to top

Copyright © 1999-2008 by the contributing authors.
All material on this collaboration platform is the property of the contributing authors.
Ideas, requests, problems regarding this tool? Send feedback (in English, Francais, Deutsch or Dutch).