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(tomado de:
acordos do encontro 20041009
2. GESTÃO DO NODO
2.1 Listas de distribuição de correio
A gestão do nodo realíza-se através dumha lista pública (arquivo de mensagens público, sem moderação) como canle de participação para tudos os aspectos da gestão do nodo (contidos, tech e demais). As personas inscritas nesta lista conformam o colectivo gestor do nodo galego (ou como queira que se acabe chamando).
O proceso de filiação de novos membros iníciase enchendo um formulário que mostre a concordáncia cos critérios do CMI, preferências de voluntarização e unha mensagen de presentação. O resultado do formulário é distribuído na lista e umha vez que non sejam plantejadas obxeções, a pessoa é convidada á se inscreber nela.
Adicionalmente existe umha segunda lista com arquivo de mensagens privado como lista de reserva para situações onde seja preciso discutir cuestiõesó que requiram temporalmente umha canle de maior privacidade. É precisso o uso de contas de correo confiábeis para participar nesta lista.
Um glossario de termos referentes ao CMI é necessario para facilitar a posta em comúm e o processo decisional.
Sendo solventadas as divergências dos últimos meses, retíra-se o bit de moderação a quem o tinha activado (Luis M, José Ramóm e Lars Gonçalves) que ademais serão inscritas na lista privada passando a formar parte do colectivo editorial galego. Entendendo que existe boa vontade por parte de Camaleon para participar no nodo, e considerando que a súa participação é interessante para o nodo, fica pendente un encontro com ele para resolver o que tenha de ser esclarecido.
2.2 Encontros
Ademais dos necessarios encontros do colectivo editorial com uma periodicidade mínima trimestral, haberá encontros abertos orientados à participação das pessoas inscritas na lista ademais das pessoas interessadas no projecto.
2.3 Política editorial
Debemos favorecer a incorporação de conteúdos lúdicos: arte, boas notícias, e demais aspectos da nossa realidade que por serem positivos nunca são notícia.
Focamos os editoriais como reflexões colectivas. O seguimento de conflitos que se prolonguen no tempo (direitos humanos, cárcere, SIDA/VIH, etc...) serão melhor suportados através de dossieres. O seguimento de acontecimentos actuais será a través dos especiais de portada, que depois poderão converter-se em editoriais ou dossiers.
Propujo-se um sistema rotativo para a publicação de editoriais de forma a garantir a publicação dum editorial ao mes por cada integrante do colectivo editorial.
No processo a seguir na publicação de editoriais estabelece-se que com excepção de casos expepcionais, a pessoa que propõe editorial deverá deixar trascorrer um mínimo 24h desde o envio da proposta editorial à lista até proceder à sua publicação, sempre e quando não se plantejarem objecções. Assim mesmo para modificar um editorial já publicado deveram-se plantejar na lista as objecções pertinentes, se não houver objecções nas 24h seguintes (salvo casos graves) prodecera-se a alterar texto tentando respeitar em todo caso o espíritu argumental e opção ortográfica inicial.
Para dinamizar a publicação de destaques sempre deberá haver uma equipa rotativa de duas pessoas encarregada desta tarefa, e de manter um mínimo de destaques em activo. Em todo caso qualquer membro/a da lista poderá também publicar destaques quando assim o decidir.
A moderaçção da publicação aberta plantéja-se como um reto não exento de dificultades. Definímo-lo como um trabalho rotativo e autónomo baseado nos principios da publicação aberta. A discussão sobre moderação deberá continuar no colectivo editorial.
2.4 Roles
Começou-se uma interessante discussão que deberá continuar sobre a distribuição de roles e a conformação de equipas de trabalho especializadas. Novas orientações como a relação com colectivos do nosso entorno deberão ser postas em andamento. Acções formativas são precissas em diversos eidos que afectam ao CMI. Fomentar corresponsalías para melhorar a nossa
cobertura informativa, e outras que irão sendo definidas em sucessivo.
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StrafWetBoek - 25 Oct 2004
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