A fortaleza dos CMI como conceito provem directamente da súa estructura organizativa; nomeadamente umha rede descentraizada de colectivos autónomos cujos recursos compartido permitem a creação dumha infraestrutura social e digital independente de estados e poderes económicos. A nossa intenção como movemento de comunicação é construir esa estructura de jeito que, dumha parte, tenhamos CMI locais distribuídos por todo o planeta autónomos e doutra parte permanezamos unidos nunha organização reticular que permita a colaboração em níveis previamente reservados aos intereses estatais e corporativos. A extensão da rede é efectiva como alternativa a sistemas que abusam do seu poder está directamente vencelhada coa nosa capacidade para crear estruturas descentralizadas. É a nosa capacidade para sermos flexibeis ao tempo que permanecemos unidos de forma simultánea a que demostrou a súa eficacia.s proven effective.
Com todo debe ser entendido que de cara a que a colaborção tenha lugar em toda a rede, é precisa a existença dum conjunto de referéncias e procesos para levar adiante o noso trabalho cos que tod@s concordemos. Francamente, é necesário resistir a calquera tentativa de colectivos locais que pretendan desenvolver estructuras non-participativas ou ierárquicas ou que pretendam basear umha empresa num CMI. Com este propósito, desenvolvemos um conjunto de referéncias para a participação na rede e que tomarom a forma de dous documentos cruciais: os Principios de Unidade e os Critérios de Filiação. Estes documentos, em certo sentido, som um pacto entre os activistas que permitimos que a rede exista. É debido á súa asunção que podemos permanecer unid@s ao tempo que somos autónomos.
O sistema decisional en Indymedia é de tipo consensual e tem lugar a través de listas de distribução de correo apoiado, se é necesario, por outras canles e meios sempre que garanticem a participação como poidam ser os encontros presenciais, físicos ou virtuais. Um ejemplo deste sistema decisional é o proceso de integração de CMI na rede Indymedia, que busca asegurarse de que o novo colectivo será capaz de manter a súa autonomía ao tempo que asume as referencias que mantenhem a nosa unidade. Este é um proceso cambiante, que nestes momentos implica:
Toda esta informação procede da documentação publicada em Indymedia, maiormente de:
para consultar toda a informação actualizada em portugués.
No momento actual o CMI Portugaliza está a concordar os textos fundacionais correspondentes coa Declaração de Intenções (Parte 1) e a Política Editorial (Parte 2). Forom adicionados umha proposta de formulário de inscrição (Parte 3) ademais dos Princípios de União (Parte 4) e os Critérios de Filiação (Parte 5) cuja concordáncia ponto por ponto será enviada á lista new-imc para solicitar formalmente a integração do CMI Portugaliza na rede Indymedia.
| Parte 1. Declaração de intenções (en discussão) |
| 1.1 | Em Julho de 2000, saído do nada, em termos de língua portuguesa, surgiu o azine.org, com a pretensão de se tornar num centro independente de informações. Tímidos, de início, ainda sem saber muito bem onde se escondiam as fontes das informações que lhes interessavam, os fundadores do azine foram passando notícias do teclado para o mundo. Pouco mais de um ano depois, passaram a fazer parte da rede internacional de media alternativo, indymedia.org. |
| 1.2 | O imc-galiza surgiu como uma tentativa do Hacklab da Casa Encantada que faz parte do projecto Causaencantada. A intenção foi dotar a galiza dum canal de comunicação aberta, plural e independente, tendo em vista que a tendência generalizada na zona é uniformizar os discursos e censurar qualquer visão que não subscreva esses parâmetros de uniformidade. A necessidade foi suscitada pela actual situação política mundial e particularmente pela que atravessava a galiza, depois da crise sócio-ecológica do "prestige" e a virulência da guerra global permanente. O objectivo foi dinamizar expansivamente as estruturas de intercâmbio de informação numa linha próxima da transmissão oral tradicional (principalmente en línguas galegas), mas usando meios telemáticos que permitissem uma difusão mais efectiva e que capacitasse a população civil para a reflexão e a actuação no social de jeito autónomo, não regulado e não regulável. |
| 1.3 | Em finais de 2003, e face à ausência de participação das pessoas no Centro de Média Independente (C.M.I), o colectivo editorial português decidiu interromper a actividade. No seguimento desse grito, e por iniciativa do CMI galego, iniciaram-se contactos com este, cuja situação era igualmente crítica, em termos de participação colectiva. Face a um primeiro encontro na cidade do Porto atopamos que os laços culturais existentes entre as xentes de Portugal e da Galiza axudaríam potenciar a emergência do C.M.I Portugaliza como iniciativa pioneira de comunicação depois de cinco séculos de desconhecimento mútuo. |
| 1.4 | A rede Indymedia nasceu no calor da revolta de Seattle, como uma dimensão fundamental do movimento lobal. Um movimento que ultrapassa as tricas separadoras dominantes da acção política tradicional reformismo/revolução, local/global, violência/não violência) e inventa respostas práticas para lhes esquivar desde os Fóruns Sociais, como forma organizativa que tenta superar o canibalismo político, até à 'desobediência civil protegida', como original prática de rua). Várias centenas de activistas de meios de comunicação, juntamente com hackers e malta do software livre uniram- se, nos finais de Novembro de 1999, em Seattle, para criar um Centro de Meios de Comunicação Independente e cobrir os protestos contra a OMC. O sítio web aberto recebeu quase um milhão e meio de visitas durante a contestação à cimeira e converteu- se imediatamente no início de uma rede (que hoje tem mais de 100 centros, em todos os continentes) que promove uma informação outra no coração da globalização, na sua aorta comunicativa. |
| 1.5 | Introdução de intenções A rede CMI permite editar, de forma instantânea, notícias, relatos, análises, ou comentários, num sítio web acessível globalmente; anima a criação duma comunidade aberta e activa de utilizadores que se convertem, eles próprios, em meios de comunicação alternativa; reinventa um jornalismo político sem especializações. O CMI Portugaliza confia que as pessoas que publicam as suas notícias apresentem a sua informação de forma completa, honesta e exacta, evitando, dentro do possível, a simples propaganda. O conteúdo do sítio é, assim, criado através de um sistema de publicação livre: qualquer pessoa pode colocar notícias, seja em texto, seja em imagem. Através deste sistema de Média Directo, o CMI Portugaliza tenta causar o máximo de erosão possível nas linhas que dividem os repórteres daquilo que é noticiado, os produtores activos e a audiência passiva: as pessoas e colectivos podem falar por elas próprias. Queremos, assim, promover narrações verídicas e apaixonadas, coisa que a muita gente pode parecer incongruente. O CMI Portugaliza aposta nisso: só vê longe e de forma profunda quem permite que a paixão sirva de alicerce ao seu olhar. Mas o imperativo da veracidade é algo irrenunciável: queremos fazer uma luta política com verdade, ainda que saibamos que a verdade não é só para descobrir mas também para criar. O CMI Portugaliza quer sair do gueto, romper os diques, superar as discussões estéreis que o povoam e entretêm, evitar os exercícios ideológicos vãos. Quer ser uma ferramenta nas mãos das apostas políticas que estejam à altura dos tempos, que modifiquem a consciência das multidões e abram espaços de sociabilidade alternativa subtraída à lógica da guerra e do capitalismo. Quer ser um indymedia descentralizado que supere os provincialismos curtos de vistas, quer abrir janelas e portas a outras formas de fazer política que se ensaiam por todo o planeta para que se mobilizem a nossa imaginação social e as nossas esperanças num mundo outro. |
| 1.6 | Termo de responsabilidade Todo e qualquer material publicado é da exclusiva responsabilidade da pessoa que tomou a iniciativa de o publicar. O CMI Portugaliza existe com o único propósito de defender a liberdade de expressão, liberdade de informação e para servir o interesse público. O CMI Portugaliza fornece informação com a finalidade única de educar e promover a investigação. A informação, pontos de vista e opiniões contidos no CMI Portugaliza não são referentes ao dono nem ao servidor do site, nem são necessariamente referentes ao responsável pela manutenção e contribuição para a existência do site. Se alguém tiver alguma questão a colocar sobre a nossa visão politica, por favor, sinta-se livre para nos contactar. Aconselhamos, por uma questão de honestidade, que ao colocar-se um texto da autoria de uma outra pessoa ou colectivo, se revele a sua fonte. |
| 1.7 | Direitos de autor O colocar de uma notícia ou qualquer outro artigo implica a concordância explícita em que esse material seja usado, quer pelo Indymedia, quer por qualquer outra pessoa, sem qualquer tipo de limitação e sem que haja a receber seja o que for em troca. |
| 1.8 | Conclusão e apelo O CMI Portugaliza pretende, assim, pôr em prática todos os mecanismos da imaginação que nos permitam, em conjunto, criar, aqui e agora, fragmentos de um mundo melhor. O desafio é, portanto, grande. Mas acreditamos que um colectivo de pessoas empenhadas em construir algo em conjunto conseguirá, enquanto esse empenho se mantiver, fazê-lo, ultrapassando as várias barreiras que forem surgindo. Pretende-se, portanto, com este texto, não apenas a apresentação de uma nova forma de mostrar o que nos move, mas, acima de tudo, lançar um apelo para quem, coma nós, acredita que a realização voluntária, colectiva e horizontal de um meio de informação é, ao mesmo tempo, uma machadada nos paradigmas actuais e uma experiência de trabalho num mundo em transformação. Um apelo para que se juntem a esse mundo, para que se povoe de gente e, portanto, de novas possibilidades de ser melhor. |
| Parte 2. Política editorial (en discussão) |
| 2.1 | O CMI Portugaliza é, como todos os centros de média independentes, um centro de informação livre e independente, cumpre com os requisitos para fazer parte da rede IMC e concorda com os princípios de União da Indymedia. Funciona para que as pessoas possam tornar-se elas mesmas em meios de informação livres e independentes. |
| 2.2 | Como tal, pretendemos realizar uma acção directa informativa, deixando de confiar nos meios de comunicação corporativos a tarefa de intermediar em exclusivo os acontecimentos e a sua interpretação. Convertemo-nos assim em fonte geradora de um discurso livre da manipulação de governos e corporações, e assumimos o nosso papel como artífices e zeladores dos canais que nos permitem transmitir e difundir uma outra visão da realidade. |
| 2.3 | Para tal, tentamos criar redes de informação com protagonistas (individuais ou colectivos) e movimentos sociais que estejam no terreno, que conheçam a realidade e mais do que tudo, que não estejam interessados na filtragem de acontecimentos em nome de interesses meramente utilitários. |
| 2.4 | Faz parte das tarefas do colectivo editorial a retirada daquelas contribuições que desrespeitem os princípios da nossa declaração de intenções ou dos documentos da rede Indymedia Poderão ser retiradas do site desde que exista um consenso do colectivo editorial, após o que será dada a devida explicação à pessoa que os colocou, caso seja solicitada. |
| 2.5 | Estão nessas condições, por exemplo:- marketing poítico e comercial
- contribuições repetidas
- contribuições vazias
- proselitismo religioso
- proselitismo partidário [discussão a continuar]
- ataques de caracter personal
- violações da privacidade
- contribuições administrativas.
- pornografía ofensiva [discussão a continuar]
|
| 2.6 | É necessário ter em conta que o material a retirar é submetido à análise e discussão da lista de discussão do CMI Portugaliza, que é constituída por voluntári@s que trabalham gratuitamente e sem horário de trabalho fixo, pelo que pode levar vários dias até que um post a retirar seja descoberto e finalmente decidida a sua eliminação. |
| 2.7 | O CMI Portugaliza compromete-se com os seguintes Princípios de funcionamento : - Trabalhar de forma não hierárquica
- Rejeitar todas as formas de discriminação e dominação
- Compreender que a luta por um mundo melhor toma várias formas. O enfoque do Indymedia Portugal é na política, nas acções e nas campanhas de base
- Não ter ligações a partidos políticos ou ONGs comprometidas com o poder (toda a gente é livre de pertencer ao colectivo, ao partido ou à ONG que quiser. O CMI não poderá, nunca, ser porta-voz desse colectivo, desse partido ou dessa ONG. É nesse sentido que não pode ter ligações. O CMI pode ter pessoas que militam em partidos. Não podem é estar no CMI como representantes do partido). Nenhuma pessoa que integre o CMI poderá actuar em sua representação sem o prévio consentimento do colectivo editorial.
- Defender e promover uma sociedade livre e libertada. Consequentemente, defender a liberdade das redes de comunicação e informação, defender uma sociedade livre de patentes, defender e promover o uso de tecnologias não destrutivas e ao alcance de tod@s e defender o uso, em particular, de tecnologias de informação de fonte aberta.
- Perceber que a pressão contra-informativa não levará, por si só, a uma mudança radical. Como colectivo, a nossa atitude é afirmativa e, onde necessário, confrontacional. Inerente aos meios de comunicação empresariais está uma forte tendência de defesa das estruturas do poder capitalista, sendo uma ferramenta importantíssima na propagação destas estruturas por todo o mundo. Ao contrário deles, que tentam esconder essa tendência, o CMI Portugaliza não pretende atingir uma posição objectiva e imparcial: nós fazemos saber que somos subjectiv@s.
|
| Parte 3. Formulário de inscrição (en discussão) |
| 3.1 | Nome proposto para o CMI (requerido): | CMI Portugaliza |
| 3.2 | URL proposto para Indymedia (requerido): | http://portugaliza.indymedia.org/ |
| 3.3 | URL atual (se algum): | (nengum) |
| 3.4 | Cidade: | Porto |
| 3.5 | Estado: | En Construção Permanente |
| 3.6 | País: | Portugaliza |
| 3.7 | Nome para contato (requerido): | Terra Viva |
| 3.8 | Email (requerido): | info em terraviva.org |
| 3.9 | Telefone: | 003537338373 |
| 3.10 | Nome do contato técnico: | Hacklab |
| 3.11 | Email: | hacklab na causaencantada.org |
| 3.12 | Telefone: | 0034981 |
| 3.13 | Focus: | Regional |
| 3.14 | Datas críticas? | Não |
| 3.15 | Grupos que os apoiam | CMI Portugal, CMI Galiza, Terra Viva, Causa Encantada |
| 3.16 | Please write an introductory statement about why you want to participate in the Indymedia Network. | O CMI Portugaliza pretende, assim, pôr em prática todos os mecanismos da imaginação que nos permitam, em conjunto, criar, aqui e agora, fragmentos de um mundo melhor. O desafio é, portanto, grande. Mas acreditamos que um colectivo de pessoas empenhadas em construir algo em conjunto conseguirá, enquanto esse empenho se mantiver, fazê-lo, ultrapassando as várias barreiras que forem surgindo. Pretende-se, portanto, com este texto, não apenas a apresentação de uma nova forma de mostrar o que nos move, mas, acima de tudo, lançar um apelo para quem, coma nós, acredita que a realização voluntária, colectiva e horizontal de um meio de informação é, ao mesmo tempo, uma machadada nos paradigmas actuais e uma experiência de trabalho num mundo em transformação. Um apelo para que se juntem a esse mundo, para que se povoe de gente e, portanto, de novas possibilidades de ser melhor. |
| 3.17 | What kind of resources can you contribute, in terms of server/bandwidth/technical and organizing skills? | Technical knowledge |
| 3.18 | What kind of outreach have you done to bring together a diverse group of people? | Monthly physicall meetings between CMI Portugal and CMI Galiza |
| 3.19 | Como a formação do seu coletivo reflete a diversidade da sua comunidade local (por exemplo, em relação à gênero, raça/etnia, sexualidade, identidade cultural)? | digo já o que vejo, que somos todos mais ou menos: branc@s, média -classe, idade dos 20 aos...quê?no máximo alguém terá 50, deve ter andado tudo no liceu ou semelhante, muitos fizeram a universidade ou estâo a fazê-la, tudo ateus ou pagã(o)s desportiv@s, na portugaliza para 13 homens temos 3 mulheres ( contei com a susana, não contei com a nahema (lilith), contei com o papaghaio e o camaleon apesar da situação ser dúbia) o que vem seja como for a dar à volta dos malfadados 20 por cento do costume para mulheres, acho eu, zero por cento para "estrangeir@s" e etnias (contando comigo e a minha avó tupi, zero vírgula qualquer coisa, havia ainda a considerar @s trisnet@s d@s cristã(o)s nov@s, mas que se lixe, isso somos tod@s), zero anciã(o)s, zero adolescentes, zero crianças, zero reclus@s (considerei o grupo reclus@s aparte por ser um grupo cujo acesso ao indymedia é mesmo muito dif&iac ute;cil se não totalmente impossível). --- Acho que sería tão injusto não contar coa presença da Zélia do nodo galego -que já mostrou interese em participar no encontro de Vigo- como incorrecto contar no lado dos homems ás personas que decidirom não continuar neste momento no colectivo, pese aos apelos que por activa e por pasiva fixemo a maior parte de nós para que continuaram. Pendente únicamente da análise que o papaghaio comprometeu para esta semana que já acaba, concordo asim na descrição da -auséncia de- diversidade presente no colectivo que fai a noosfera em resposta a esa pergunta, agás nas porcentaxes que, atendendo a esta correcção, sitúam a presença feminina -não necesariamente feminista- máis cerca do 40% que dese 20% inicial que eu também atoparía insuficiente de ser o caso. |
| 3.20 | Se o teu grupo actualmente non representa a diversidade da comunidade local, particularmente en relación aos grupos com caréncias de representação na sociedade de masas e lhes sejam denegado o acceso ás canles de expressão, qué pasos serão dados para resolver esto num sentido continuado? | ouvi dizer que as crianças poderão vir a ter um indyzinho, não sei se era o Jó a brincar, eu achei a idéia excelente. Na medida do possível, vão parecendo notícias que chamem a atenção para factos consumados da descriminação e violência contra a mulher aceites socialmente como normais e que têm de deixar de o ser. não podemos ir buscar quaisquer grupos pelas orelhas e obrigá-los a passar a frequentadores dos cafés internet, mas se pudéssemos organizar uma distribuição sistemática daquilo que poderá vir a chamar-se indyzine nas prisões e iniciar uma campanha que chame a atenção para a necessidade humana d@s reclus@s terem hoje em dia acesso à net, seria óptimo.--- é muito importante, ou así o entendo eu, ponher de releváncia a presença das crianças, em tanto que condicionam á mulher sempre -alomenos a fase que precede ao parto esige esa involucração directa na maior parte dos casos- e aos homems em algumhas ocasiões, na súa involucração na indymedia. máis acho que deberá ser iniciativa das mulheres cómo incorporar ás crianças aos nosos procesos... a idea dum indyzinho ou simplesmente preparar os nosos encontros tendo em conta a participação neles das nosas crianças são bos pontos de partida. acho que integrar ás crianças no Indymedia é um bó jeito de integrar ás mulheres coas súas necesidades e realidades específicas também. mas existem outras minorías culturais que formam parte do noso entorno, e cara cuja integração deberíamos dar pasos. a poboação reclusa é um caso paradigmático ja que a privação de liberdade implica também a limitação das súas comunicações, o que inclúe á internet. pero existem outras poboações presentes na nosa sociedade, com limitações menos visíbeis pero igualmente discriminatórias que merecem ser postas em consideração neste ponto. no caso galego, as comunidades gitanas e recentemente as comunidades formadas por personas das que conforman os novos flujos de migração estão moi presentes na nosa sociedade. é especialmente relevante o caso dos "emigrantes retornados", em especial personas argentinas e uruguayas descendentes dos galegos das migrações masivas que situarom a grande parte da nosa população no exterior. tanto estas nacentes comunidades, como as que aínda existem no sul de america e nas cidades industriais de centroeuropa e da península ibérica sumam umha terça parte da população galega que tem em comúm graves caréncias para o acceso á tecnología que permite participar no projecto. debemos involucrarnos na reparação destas caréncias facendo uso de tecnologías que as tenham em conta e participando nos procesos globais que tendem a superar as desigualdades; estou convencido de que a participação nas discusões que tenhem lugar nesta lista é umha forma de facelo. máis alá desto deberemos ter em conta que as personas que formam parte destas minorías só tenhem a posibilidade real de participar no noso projecto facendo uso do único galego ao que podem ter acceso, que é o que se corresponde coa actual normativa de concordia, empregada para a escolarização e alfabetização para a totalidade da população galega. é preciso comprender que as distintas variantes do portugués são utilizadas na galiza polas elites intelectualizadas e significativamente politizadas no ámbito do independentismo nos seus diversos graos. facilitar o acceso ao Indymedia a estas comunidades discriminadas implica disponibilizar os nosos recursos também nesa normativa, sem esquezer involucralos no objectivo dumha futura norma galego-portuguesa no que deberíamos implicarnos tanto galegos coma portugueses. mesmo é posibel entender á cultura galega como umha população minorizada e que forma parte desa diversidade; então é preciso ter en conta que a sociedade galega se expresa nese galego de concórdia que sendo tão artificial como calquera outra norma, é o que de facto utilizam a maior parte das expresões culturais, económicas, políticas e sociais da Galiza. do contrario estaremos convertindo ao nodo galego numha abstração teórica que por dar prioridade a reflejar projecções teóricas e políticas de futuro, impedirám reflejar nel a realidade social galega e impedirão também incorporá a nosa esência e a nosa história aos flujos transnacionais de comunicaçao alternativa que se fortalecem coa diversidade. |
| 3.21 | Qué pasos serão dados para involucrar á gente nas áreas de trabalho que lhes sejam desconhecidas? Qué medidas serão tomadas para superar a divisão do trabalho por géneros? | Parece-me sintomático que eu, por exemplo, fuja bastante com o rabinho à seringa de tarefas que impliquem mexer com coisas técnicas e que ninguém insista comigo para o fazer. pela parte que me toca, acho que é importante mexer-me no sentido de equilibrar a minha contribuição técnica do site com a de todos os homens. às tantas vou precisar de ajuda. enfim, são coisas que é preciso verbalizar. eu sei que é uma chatisse termos mais isto para discutir agora que se está a chegar ao fim da cantata, mas é importante. e acho que era d'homem (eh eh) incluirmos quaisquer conclusões sobre uma acção activa nesse sentido aqui nesta parte, estou a por o carro à frente dos bois, mas faço também saber que sou subjectiva e sugiro já que digamos |
| Parte 4. Principios de União |
| 1. | A Rede do Centro de Mídia Independente (RCMI) é baseada nos princípios de igualdade, descentralização e autonomia local. A RCMI não é derivada de um processo burocrático centralizado, mas da auto-organização de coletivos autônomos que reconhecem a importância em esta desenvolvendo uma união de redes. |
| 2. | Todos CMIs consideram abrir a troca e o acesso a informações um pré-requisito para a criação de uma sociedade mais livre e justa. |
| 3. | Todos CMIs respeitam o direito dos ativistas que escolherem não serem fotografados ou filmados. |
| 3.bis | PS:REVISÃO DO PRINCÍPIO #3 Na conferência em Abril em San Francisco um grupo de trabalho formado para continuar a trabalhar nos Princípios de União e uma lista de discussão existe para a discussão no endereço imc-unity@lists.cat.orgSTOPSPAM.au. *Esta é a proposta de revisão existente para o Princípio #3*Indymedia respeita os direitos daqueles que não queiram ser identificados por qualquer que seja a razão. Com isto na cabeça, todos os CMIs respeitam o direito dos ativistas que escolherem não serem fotografados ou filmados, e irá encorajar todos os repórteres que contribue a fazerem o mesmo. É pedido que todo mundo que queira gravar, filmar ou fotografar dentro de um espaço físico do CMI anuncie as suas intenções antes para todos os presentes respeitando a decisão de qualquer pessoa(s) que escolher não ser incluída. |
| 4. | Todos CMIs baseando-se na confiança nos seus contribuidores e leitores, devem utilizar publicação aberta pela web, permitindo indivíduos, grupos e organizações expressarem os seus pontos de vista, anonimamente se desejarem. **ver appendix: Documento de Publicação Aberta (ainda esta como uma proposta neste endereço: http://lists.indymedia.org/mailman/public/imc-communication/2001-April/001707.html) |
| 5. | A Rede do CMI e todos os coletivos locais do CMI deverão ser sem fins lucrativos. |
| 6. | Todos os CMIs reconhecem a importância do processo para a mudança social e do compromisso para o desenvolvimento de relações não-hierárquicas e anti-autoritárias, desde relações entre pessoas a dinâmicas em grupos. Por isso, devem se organizar coletivamente e terem o compromisso com o princípio de se tomar decisões através do consenso e do desenvolvimento de um processo direto, democrático que seja transparente aos seus membros. |
| 7. | Todos os CMIs devem reconhecer que um pré-requesito para participação no processo de tomar decisões de cada grupo é a contribuição do trabalho de um indivíduo para o grupo. |
| 8. | Todos CMIs tem o compromisso de se preocupar uns com os outros e com as nossas respectivas comunidades os dois de uma maneira coletiva e individual e irão compartilhar seus recursos incluindo conhecimento, habilidades e equipamentos. |
| 9. | Todos os CMIs tem o compromisso de utilizar um código livre, quando possível, em ordem de desenvolver sua infra-estrutura digital e para aumentar a independência da rede não se ligando a um software privado. |
| 10. | Todos CMIs tem o compromisso ao princípio de igualdade humana, e não devem discriminar, incluindo discriminação baseadas em raça, gênero, idade, classe ou orientação sexual. Reconhecendo a vasta tradições culturais da rede que nós estamos no comprometendo criar na diversidade dentro das nossas localidades. |
| Parte 5. CRITÉRIOS DE FILIAÇÃO À REDE CMI GLOBAL (é preciso concordar ponto por ponto) |
| Espera-se de cada CMI e grupo de trabalho global que: |
| A. | Concorde com o espírito da Declaração de Objetivos da rede CMI e os Princípios de União; |
| B. | Tenha voluntários dedicados em número suficiente para manter o CMI funcionando; |
| C. | Tenha reuniões abertas e públicas (nenhum grupo pode ter "posse" exclusiva de um CMI); |
| D. | Trabalhe para desenvolver uma Declaração de Objetivos local (a Declaração de Objetivos da rede pode ser utilizada provisoriamente); |
| E. | Estabeleça e publique uma política editorial que seja desenvolvida e posta em prática por meios democráticos com plena transparência; |
| F. | Concorde com o uso da publicação aberta tal como descrita na política editorial da rede CMI; |
| G. | Adote uma política de tomada de decisões alinhada com os princípios da decisão por consenso, o que inclui um processo aberto, transparente e igualitário; |
| H. | Tenha um porta-voz disposto e capaz de participar do processo de decisão global e de reuniões como um representante/ contato rotativo, com um claro entendimento das responsabilidades que esse papel traz; |
| I. | Participe nas formas chave de comunicação da rede CMI que garantem a saúde e vitalidade da rede e que contribuem para o trabalho do CMI. Assegure que pelo menos uma pessoa do CMI local participe em algum momento da lista de comunicação do CMI (imc-communication) |
| J. | (NÃO CONCLUÍDO) Não tenha filiação oficial com nenhum partido político, estado ou candidato a cargo no estado [comentário: produtores individuais têm o direito de fazer o que bem entenderem e CMIs locais podem apresentar matérias sobre partidos políticos e iniciativas]; |
| K. | CMIs não podem em hipótese alguma tomar parte em empreendimentos comerciais ou visando o lucro [comentário: podemos adicionar; "A rede CMI é comprometida com a descomercialização da informação e vai se dissociar de qualquer CMI que decida se tornar uma empresa de mídia com fins lucrativos"]; |
| L. | Apresente uma versão local do símbolo ((i)) do CMI no seu site e em seu material impresso; |
| M. | Inclua a lista atualizada de cidades que fazem parte da rede CMI no site, de preferência na página principal. |
| FILIAÇÃO À REDE |
| 1. | A filiação à rede é aberta a qualquer grupo que aceite os critérios de filiação expostos acima. Sempre que houver mais de um pedido para constituir um CMI na mesma cidade ou região, encorajamos as diferentes iniciativas a se encontrarem e trabalharem juntas. |
| 2. | A filiação à rede CMI será confirmada pelo grupo de trabalho de Novos CMIs que está subordinado ao IMC-Process e, em última instância, ao processo de decisão da rede CMI. |