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Organização da Rede CMI Brasil

Histórico:

Com o crescimento do CMI Brasil, surgiu a necessidade de se formular uma proposta de organização para que fossem estabelecidos parâmetros para pontos até então pouco discutidos, como a entrada de novos coletivos na rede e a tomada de decisões a nível nacional, por exemplo.

Uma proposta foi elaborada e sugerida no dia 24 de Março de 2002 e, após ter sido discutida numa reunião no dia 14 de Abril, foi parcialmente aprovada por todos os coletivos. Nessa reunião, não houve consenso em apenas dois pontos da proposta, os quais foram rediscutidos numa reunião no dia 28 de Abril, quando a proposta foi finalmente aprovada por todos os coletivos.

Desde então, a única grande alteração feita na proposta de organização original foi quanto à formação de novos coletivos. O processo original, usado entre o começo de 2002 e o começo de 2004, foi substituído, em meados de 2004, por um novo processo. As discussões de cada coletivo local a respeito podem ser localizadas a partir da página do grupo-de-trabalho Processo.

NOTA: Essa proposta diz respeito apenas às pessoas interessadas em criar um novo coletivo da Rede CMI Brasil ou às pessoas que já fazem parte da Rede CMI Brasil, ou seja, o que foi decidido e está documentado aqui cabe apenas aos voluntários dos coletivos que mantém o sítio CMI Brasil (www.midiaindependente.org). Se você estiver interessado em montar um novo sítio do CMI, você deve contatar o grupo-de-trabalho global New-IMC. Para mais informações, leia este texto.

Links:
Proposta original: (24 de Março de 2002)
http://lists.indymedia.org/mailman/private/cmi-brasil/2002-March/002361.html

Críticas e sugestões do coletivo de Belo Horizonte: (07 de Abril de 2002)
http://lists.indymedia.org/mailman/private/cmi-brasil/2002-April/002489.html

Alterações nas sugestões feitas pelo coletivo de Belo Horizonte: (12 de Abril de 2002)
http://lists.indymedia.org/mailman/private/cmi-brasil/2002-April/002567.html

Log da reunião do dia 14 de Abril, onde a Proposta foi discutida por todos os coletivos: (15 de Abril de 2002)
http://lists.indymedia.org/mailman/private/cmi-brasil/2002-April/002604.html

Resumo dos pontos discutidos nessa reunião: (18 de Abril de 2002)
http://lists.indymedia.org/mailman/private/cmi-brasil/2002-April/002610.html

Log da reunião do dia 28/04, quando a proposta foi finalmente aprovada: (29 de Abril de 2002)
http://lists.indymedia.org/mailman/private/cmi-brasil/2002-April/002814.html

Esse documento abaixo já contém todas as alterações feitas na proposta original.


Proposta de Organização da Rede CMI Brasil


1 - Processo para a formação de novos coletivos da rede CMI Brasil

O processo atual de formação de novos coletivos foi elaborado e é mantido pelo grupo-de-trabalho Processo. Para sua elaboração, foi usado como base não apenas o antigo processo, mas também o processo de entrada de novos CMIs na rede global, idéias e sugestões de vários/as voluntários/as da rede e, principalmente, a experiência que obtivemos aplicando o antigo processo, conforme novos coletivos surgiam e passavam a fazer parte da rede. Com o tempo, aprendemos onde este processo era falho ou podia ser melhorado e pudemos usar estas informações para criar um novo processo, mais participativo, transparente e flexível que o antigo.

O processo de formação de novos coletivos encontra-se numa página separada devido à sua extensão. Para obter informações sobre os coletivos em formação atualmente, visite esta página.


2 - Ferramentas utilizadas para nos organizarmos: Listas e Chat

2.1 - Listas

As listas são as principais ferramentas de comunicação e organização do CMI Brasil. Clicando aqui você encontrará o processo de funcionamento das listas de discussão da Rede Brasil, tais como quais são abertas, o funcionamento de cada uma, etc.

Além das listas nacionais, existem as listas globais que na maioria das vezes funcionam em inglês. Um resumo (também em inglês) da função das listas globais mais importantes pode ser encontrado aqui.

2.2 - Chat

O CMI tem um servidor de chat (bate-papo) que é utilizado como ferramenta de comunicação instantânea em diversas ocasiões:

  • Para hospedar reuniões fora do nível local (reuniões da Rede Global, da Rede Latina, dos grupos-de-trabalho, etc.);
  • Como um espaço para orientação técnica (através do canal #tech);
  • Como um espaço para a cobertura de eventos globais. Assim, por exemplo, durante os protestos contra o BID em Fortaleza, foi aberto o canal #M11 para as pessoas de Fortaleza compartilharem informações sobre o protesto com voluntários de outras cidades do mundo;
  • Como um espaço de comunicação instantânea para resolver assuntos urgentes relativos à administração do site;
  • Como um espaço para as pessoas da Rede CMI do Brasil e do mundo se conhecerem e trocarem idéias.
O chat funciona no formato IRC e pode ser acessado de duas maneiras:
  • Baixando o programa mIRC (shareware) nesta página. Após baixar, instalar e executar o programa, você deverá fornecer as seguintes informações antes de se conectar:
    • SERVER (SERVIDOR): irc.indymedia.org;
    • NAME (NOME): seu nome ou um pseudônimo;
    • EMAIL: seu email (não precisa ser verdadeiro);
    • NICKNAME (APELIDO): seu nick, o nome que estará visível para os demais usuários conectados;
    • CHANNEL (CANAL): brasil, para acessar o canal da Rede Brasil; indymedia, para acessar o canal da Rede Global; ou tech, para acessar o canal do coletivo técnico global. Existem outros canais que você poderá descobrir com o tempo.

  • Para acessar o chat através do seu navegador, acesse o endereço chat.indymedia.org e preencha os campos NICKNAME e CHANNEL, como explicado acima. Depois disso, basta clicar no botão "Chat!".


3 - Forma de organização da Rede CMI Brasil

A Rede CMI Brasil se organiza de forma descentralizada e não-hierárquica. Ela utiliza ferramentas de comunicação como listas de discussão por email, irc, telefone e cartas para manter discussões entre os coletivos locais, tanto no Brasil, como na América Latina e no mundo. Todas as decisões da Rede são tomadas por consenso segundo o modelo do "conselho de porta-vozes" (veja último item).

Os coletivos locais da Rede CMI Brasil se comprometem a participar da lista de comunicação da Rede e de pelo menos dos dois grupos-de-trabalho principais: o editorial e o técnico.

A Rede CMI Brasil tem reunião todo último domingo do mês, em geral às 21 horas, por meio do IRC, no canal #brasil.

Os coletivos da Rede CMI Brasil se organizam de forma autônoma e não-hierárquica e decidem tudo através da democracia direta. Eles participam ativamente das decisões tomadas na Rede CMI Brasil e também da Rede Latina e Global. A periodicidade e o local das reuniões são decididos pelos coletivos de cada cidade que devem informar periodicamente à Rede sobre o que está acontecendo na sua localidade. Todos os coletivos locais do CMI devem ser abertos à participação de qualquer pessoa que respeite os princípios e valores do CMI.


4 - Funcionamento dos grupos-de-trabalho

Grupos-de-trabalho podem ser formados tanto no nível local como no nível da Rede CMI Brasil. Os grupos-de-trabalho da Rede são compostos por voluntários que participam de coletivos locais e por outros indivíduos não envolvidos diretamente com os coletivos que se disponham a ajudar, desde que os mesmo concordem com os Princípios de União da Rede CMI Brasil. A participação num grupo-de-trabalho pode ser restrita apenas aos voluntários dos coletivos locais desde que existam argumentos que comprovem essa necessidade e desde que a proposta de criação de tal grupo seja aprovada. Essa aprovação deverá ser ou em nível local, se for uma proposta de alcance local, ou em nível nacional, se for uma proposta de alcance nacional. Como exemplos de grupos-de-trabalho, tem-se o coletivo técnico (que cuida do gerenciamento técnico do site) e o coletivo editorial (que cuida do gerenciamento editorial do site), ambos do CMI Brasil. Além disso, existem grupos-de-trabalho globais, como o new-imc (que trata da criação de novos sites do CMI pelo mundo) e o listwork (que cria e cuida da manutenção de todas as listas de discussão do CMI).


5 - Processo para tomarmos decisões na Rede CMI Brasil

No processo para se tomar decisões, é respeitada tanto a opinião de indivíduos quanto a opinião dos coletivos. Assim, alguém que não tenha ligação com nenhum dos coletivos já formados pode participar das discussões e opinar sempre que achar que seu ponto-de-vista pode contribuir para que se chegue a um consenso.

Porém, após todos os argumentos terem sido ouvidos e discutidos e tenha sido proposto um possível consenso, cabe somente aos coletivos a opção de "bloquear" essa decisão e levá-la a ser rediscutida localmente. Quando se é proposto um consenso, os indivíduos não ligados aos coletivos locais podem ou dizer que concordam com a decisão tomada ou se absterem e não tomarem parte no consenso.

(Um texto mais completo sobre a participação de indivíduos num grupo que se organiza por consenso pode ser encontrado aqui. Esse texto é citado apenas como um exemplo, mas em linhas gerais ele pode ajudar novos participantes a se integrarem no processo de tomada de decisão sem necessariamente atrasarem esse processo.)

O processo para se tomar decisões no nível da Rede CMI Brasil funciona da seguinte maneira:

  1. Uma proposta a ser discutida é colocada na lista cmi-brasil (cmi-brasil@lists.indymedia.org);
  2. Além da discussão na lista, cada coletivo discute a proposta na sua próxima reunião local e volta com uma resposta ou um comentário (se precisar de mais informação ou quiser modificar a proposta) que é publicado na lista. A decisão é tomada na próxima reunião periódica da Rede (que acontece todo último domingo do mês, no IRC, canal #brasil, às 21 horas);
  3. Se a proposta for urgente, o proponente deve avisar e então é marcada uma reunião extraordinária da Rede no prazo de dez dias (período no qual os coletivos locais devem discutir a proposta);
  4. Se algum coletivo considerar que precisa de mais tempo para discutir a proposta, o prazo pode ser prorrogado;
  5. Na reunião da Rede, os diferentes coletivos enviam pelo menos um porta-voz cada para levar suas posições e tentar coordenar as diferentes respostas numa posição consensual;
  6. Se o consenso não é possível, a proposta é reenviada para o nível local para ser novamente debatida levando em conta a discussão acontecida no nível da Rede;
  7. Na próxima reunião da Rede ou, se for urgente, em mais dez dias, numa nova reunião extraordinária, a proposta é rediscutida e tenta-se alcançar novo consenso.
NOTA: Não será utilizado o consenso apenas quando, por consenso, todos os envolvidos decidirem que seria melhor utilizar outra forma de tomada de decisão.


Anexos:


Princípios de União da Rede CMI Brasil

Todo indivíduo ou coletivo que queira participar da Rede CMI Brasil deve ratificar os seguintes princípios:

  • Reconhecer os critérios de filiação e os princípios de união da Rede CMI Global;
  • Combater a mercantilização da informação e do conhecimento e o comprometimento deles com os interesses das empresas e dos estados;
  • Promover estruturas abertas e públicas de comunicação digital com programas e sistemas livres, não-proprietários e de código aberto;
  • Promover os ideiais da publicação pública, livre e aberta, capacitando as pessoas a produzir sua própria mídia sem recurso a direitos autorais;
  • Organizar-se de forma democrática e anti-hierárquica com reuniões públicas e abertas;
  • Comprometer-se com o projeto de construção de uma sociedade livre, igualitária e com respeito ao meio ambiente.


Política Editorial do CMI Brasil (a partir de dezembro de 2005)

O Centro de Mídia Independente (CMI) Brasil é uma rede anticapitalista de produtores/as de mídia autônomos/as e voluntários/as. Com o objetivo de construir uma sociedade livre, igualitária e que respeite o meio ambiente; o CMI procura garantir espaço para que qualquer pessoa, grupo (de afinidade política, de ação direta, de artivismo) e movimento social - que estejam em sintonia com esses objetivos - possam publicar sua própria versão dos fatos.

Acreditamos que dessa maneira estaremos rompendo o papel de espectador(a) passivo/a e transformando a prática midiática. Para isso, o sítio do CMI funciona com um mecanismo de publicação aberta e automática, colocando no ar notícias, artigos, comentários, fotos, áudios e vídeos. Esse mecanismo rompe com a mediação do/a jornalista profissional e com a interferência de editores/as no conteúdo das matérias. As produções não são modificadas, salvo a pedido do/a autor(a), ou quando pequenas formatações são necessárias para facilitar sua exibição.

São bem-vindas no CMI publicações que estejam de acordo com os princípios e objetivos da rede, como:

  • relatos sobre o cotidiano dos/as oprimidos/as;
  • relatos de novas formas de organização (como o Movimento Passe Livre, Movimento dos/as Trabalhadores/as Desempregados/as, as/os zapatistas no México, as/os piqueteiras/os na Argentina, as redes de economia solidária, etc.);
  • denúncias contra o Estado e as corporações;
  • iniciativas de comunicação independente (como rádios e TVs livres e comunitárias, murais e jornais de bairro, etc.);
  • análises sobre a mídia;
  • análises sobre movimentos sociais e formas de atuação política;
  • produção audiovisual que vise a transformação da sociedade ou que retrate as realidades dos/as oprimidos/as ou as lutas dos novos movimentos.
O CMI defende a liberdade de conhecimento e de acesso a ele; para contribuir com a concretização destas liberdades, incentivamos o uso de softwares livres e a publicação em formatos livres (.ogg para áudio, .png para imagens, etc.) e em formatos proprietários públicos (.rtf e .pdf para textos, .mpg para vídeos, etc.). Não incentivamos o uso de formatos proprietários (.doc para texto, .ppt para apresentação de slides, etc.). Da mesma maneira, todo o conteúdo do sítio é disponibilizado sob a licença de copyleft (ver rodapé da página inicial), a não ser que o/a autor(a) mencione o contrário no artigo.

A intenção do CMI é unir esforços para uma real democratização da sociedade, primando sempre por privilegiar a perspectiva dos/as oprimidos/as. Em função disso, esperamos uma atitude construtiva e tolerante entre os/as participantes do sítio; afinal, queremos juntar forças, não lutar entre nós.

Sobre os artigos escondidos

Com o crescimento do projeto, começaram a ocorrer diversos abusos da publicação aberta, como: publicação propositadamente repetida de artigos sem conteúdo, ou contrários aos princípios da rede CMI; publicação de mensagens das listas abertas do CMI como artigos; questionamentos à política editorial publicados como artigos; dentre outros vários casos. Sendo assim, para continuarmos oferecendo informação crítica de acordo com os objetivos listados acima, o coletivo editorial do CMI se reserva o direito de deslocar da coluna de publicação aberta artigos que:

  • Sejam de cunho racista, sexista, homofóbicos ou em qualquer sentido discriminatórios;
  • Contenham ofensas ou ameaças a pessoas ou grupos específicos. (Consideramos que há uma diferença entre crítica e ofensa: na crítica, há uma demonstração argumentativa de algo com que não se concorda; numa ofensa não há demonstração argumentativa alguma, e sim ataques infundados);
  • Façam qualquer tipo de propaganda comercial;
  • Tratem de assuntos esotéricos ou de pregações religiosas de maneiras que fujam de nossas propostas políticas;
  • Visem promoção pessoal, promoção de algum candidato, candidata ou partido político;
  • Visem apenas contatar pessoas ou o próprio CMI. (Para contatar pessoas, utilize as listas de discussão; para contatar o CMI, escreva para contato em midiaindependente.org);
  • Sejam publicadas mais de uma vez, sendo que um texto publicado como comentário a uma matéria não pode ser publicado novamente como matéria independente;
  • O/a autor(a) peça que sejam retirados;
  • Sejam boatos conhecidos (hoax), informações falsas publicadas para desarticular mobilizações, mentiras comprovadas e tentativas de assumir a identidade de outra pessoa ou grupo, especialmente quando extremamente evidentes ou denunciadas pela própria pessoa ou grupo atingido;
  • Sejam spam - ou seja, artigos deliberadamente publicados para atrapalhar o funcionamento da coluna de publicação aberta e/ou sabotar o sítio - que serão considerados como artigos sem conteúdo;
  • Estejam contra os objetivos apresentados nesta política editorial ou em outros documentos públicos do Cento de Mídia Independente (Sobre o CMI, nota de copyleft, etc.).
Lembramos a todos/as que as publicações contrárias a esta política editorial não são apagadas do sítio. Com o objetivo de dar transparência ao processo editorial, esses artigos continuam disponíveis ao público na seção Artigos Escondidos. A transparência do processo editorial se reflete também na lista do coletivo editorial, cujos arquivos são abertos ao público (Arquivo Lista Editorial), que pode, assim, acompanhar as discussões do coletivo editorial e dar sugestões e críticas através do correio eletrônico contato@midiaindependente.org.

O Centro de Mídia Independente não se responsabiliza pelo conteúdo dos artigos da coluna de publicação aberta, especialmente quando há nelas dados suficientes para contatar o/a autor(a). Eventual direito de resposta a artigos será concedido como comentário ao mesmo artigo que se pretende responder, o que pode ser feito inclusive sem se contatar diretamente o coletivo editorial.

Coletivo Editorial CMI Brasil

Política Editorial do CMI Brasil (antiga)

  1. Serão imediatamente retiradas do site as publicações que:
    • Sejam de cunho racista, sexista ou em qualquer sentido discriminatórias;
    • Contenham ofensas pessoais;
    • Façam qualquer tipo de propaganda comercial;
    • Visem promover algum candidato ou partido político;
    • Estejam em oposição aos princípios e valores do CMI Brasil.
  2. Textos buscando apenas contatar pessoas ou o próprio Centro de Mídia Independente não podem ser publicados como matérias. Para contatar pessoas, utilize as listas de discussão; para contatar o CMI, escreva para contato@midiaindependente.org;
  3. As matérias não podem ser publicadas duas vezes e um texto publicado como comentário a uma matéria não pode ser publicado novamente como matéria independente;
  4. As matérias publicadas, normalmente não têm copyright. Os interessados podem reproduzir e distribuir essas matérias para fins não comerciais desde que mencionem o autor e a fonte. Matérias com copyright podem ser publicadas desde que a situação seja indicada e haja permissão do detentor dos direitos;
  5. O coletivo editorial não edita o conteúdo das matérias mas se reserva o direito de fazer pequenas modificações de formatação para compatibilizar a informação com padrões técnicos do site.
O Centro de Mídia Independente não se responsabiliza pelo conteúdo das publicações.

Coletivo Editorial do CMI Brasil

Wikis dos Coletivos:

São páginas wikis para facilitar a organização local de cada coletivo da rede.

- Cmi São Paulo

- Cmi Vitória

- Cmi Goiânia | Wiki Nova do CMi Goiânia

- Cmi Recife

- Cmi Tefé

- Cmi Brasília

- Cmi Rio

- Cmi Salvador

- Cmi Fortaleza

- CMI grande Belo Horizonte


Este documento é parte da Proposta de Organização da Rede CMI Brasil.
Favor assinar caso faça quaisquer alterações.

-- AdrianaV - 25 May 2002
-- VitoR - 26 Fev 2004
-- IeriL - 11 Mar 2004
-- CmiCampinas - 23 Jun 2004
-- LuiS - 16 Oct 2005
-- DouglaS - 19 Apr 2006
-- CeliaMenezes - 06 Nov 2006
-- NahLemos - 13 Dec 2006 -- EverI - 11 Jan 2007
-- EverI - 31 Jan 2007
-- AveRobson - 10 Aug 2007
-- NahLemos - 08 Jan 2008
-- NahLemos - 30 May 2008: adicionei nova wiki do cmi goiania
-- SerginhoSousa - 11 April 2010: adicionei nova wiki do cmi tefé
-- ArleKino - 8mai2010: acrescentei CMI-gBH; 10nov2010: retirei "pré-" do coletivo gBH

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